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Igreja Matriz de Malhadas
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Igreja Matriz de Malhadas
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Igreja de Nossa Sr.ª da Expetação / Paroquial de Malhadas

L’eigreija de Nuossa Senhora de la Eispetaçon / L’eigreija de la paróquia de Malhadas.

Este templo é dos poucos existentes nesta parte de Portugal que está classificado.

Como acontece com a maior parte destes templos medievais transmontanos, é caracterizada com uma simplicidade tanto na estrutura como em elementos decorativos. Com esta simplicidade atribuiu-se estes templos aos séculos XIII e XIV, pertencendo assim ao Baixo Medieval estilisticamente situáveis entre o românico e gótico.

Relativamente a esta igreja, a falta de elementos cronológicos na sua construção faz com que as opiniões se dividam entre os estilos acima descritos. Crê-se que tenha sido construída até ao século XIII, altura em que, ao que tudo indica, a aldeia já estava referenciada.

Na fachada apresenta um portal com três arquivoltas, sem tímpano, ornado unicamente por fiadas de esferas. Sobre esta eleva-se um alto campanário.

O seu interior é formado por uma única nave com três tramos marcados por dois longos arcos quebrados e um terceiro abatido, destinado a suportar o coro alto. Seguindo a linha da simplicidade, a capela-mor é barroca.

Coordenadas GPS: 41°32'35.82"N 6°19'35.32"W

Capela de São Bartolomeu

La capielha de San Bartolamei

A sua origem data o século XVI. A capela é formada por uma nave e uma capela-mor, que estão definidas por contrafortes e um alpendre aberto, encimado por um sino. Crê-se que o sacrário pertença ao século XVII. Na fachada, o portal é de arco de volta perfeita.

Coordenadas GPS: 41°32'28.99"N 6°19'28.31"W

Capela de São Bartolomeu
Capela de São Bartolomeu

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Capela de São Bartolomeu
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Capela de São Bartolomeu
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Capela de São Bartolomeu
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Capela Nossa Sr.ª das Dores
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Nossa Sr.ª das Dores
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Nossa Sr.ª das Dores
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Capela Nossa Sr.ª das Dores
Capela Nossa Sr.ª das Dores

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Capela Nossa Sr.ª das Dores

La capielha de Nuossa Senhora de ls Delores

Capela com alpendre na fachada, de pequena dimensão, reconstruída. Planta retangular.  

Construída por António Azuera.

Coordenadas GPS: 41°32'45.12"N  6°19'41.27"W

Pias de Penhalta

Las pilas de Peinhalta

Remontam ao séc. XVIII.

Efeito cascata numa sequência harmoniosa de, pelo menos, 24 pias em pedra que eram utilizadas como bebedouros para o gado bovino e caprino.

Coordenadas GPS: 41°33'39.93"N 6°19'56.91"W

Pias de Penhalta
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Pias de Penhalta
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Pias de Penhalta
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Forno da Telha
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Forno da Telha
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Forno da Telha
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Forno da Telha
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Forno da Telha

L forno de la teilha

O forno da telha é um dos marcos históricos da terra, que, outrora, encontrava também sustento nesta arte. Chegaram a produzir 1000 telhas por dia. A telha era feita apenas nos meses de maior calor, para ser possível secar o barro, e posteriormente aí cozer a telha. A maioria das casas mais antigas foram feitas com a telha regional aí produzida.

Coordenadas GPS 41°32'27.52"N 6°19'45.53"W

Berrão no topo do telhado

L bui an riba de l telhado

Escultura zoomorfa, touro. Cabeça bem esculpida, patas dianteiras e traseiras bem delimitadas, rabo atirado para o lado esquerdo por cima do dorso. Terá cerca de 60 cm de comprimento e 40 a 50 cm de altura.

Berrões são esculturas zoomorfas, feitas em pedra, que representam sobretudo touros e porcos.

Ao todo estão assinalados na Península Ibérica cerca de trezentas figuras (R. Martin Valls), sendo a província de Ávila em Espanha e Trás-os-Montes em Portugal, as regiões com mais representações desses animais.

Com idade, tamanho e finalidades diferentes, aceita-se que as esculturas maiores serão, geralmente, da Idade do Ferro, a partir do séc. IV a.C., portanto ligadas ao mundo castrejo, depois romanizado. Em algumas situações, estes exemplares, estariam na demarcação de caminhos ganadeiros e limitação de áreas de posto. Noutros casos, poderão ser vistas como representações mágico-simbólicas protetoras de animais e até ligadas a cultos zoolátricos. As mais pequenas serão da época romana, sendo-lhe reconhecida uma finalidade funerária.

Coordenadas GPS: 41°32'36.04"N 6°19'36.96"W

Berrão
Berrão

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Berrão
Berrão

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Berrão
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Pauliteiro Zé
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Pauliteiro Zé
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Pauliteiro Zé
Pauliteiro Zé

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Pauliteiro Zé
Pauliteiro Zé

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O Pauliteiro

L pauliteiro

Obra do escultor Manuel Machado, de iniciativa da Associação Cultural e Recreativa de Malhadas "Todas", de forma a homenagear os Pauliteiros, Pauliteiras e Pauliteiricos de Malhadas.

Coordenadas GPS: 41°32'38.22"N 6°19'36.33"W

Posto Zootécnico

L puosto zootécnico

A unidade zootécnica foi criada em 1913 e está instalada numa área com cerca de 50 hectares, dotada de estábulos, uma unidade logística constituída por dois edifícios, posto de recolha e análise de sémen, áreas de pastagem entre outros equipamentos, em Malhadas.

O Posto esteve sob a tutela do Ministério da Agricultura até 1993, tendo passado para a gestão de duas associações de produtores pecuários da região (Associação de Criadores de Bovinos de Raça Mirandesa e a Associação Nacional de Criadores de Ovinos da Raça Churra Galega Mirandesa), que se mantinham até hoje.

Coordenadas GPS: 41°32'45.41"N 6°20'2.16"W

Posto Zootécnico
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Posto Zootécnico
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Posto Zootécnico
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Posto Zootécnico
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Carril Mourisco
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Carril Mourisco
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Carril Mourisco
Carril Mourisco

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Carril Mourisco / Via Romana

L carril mourisco

Caminho de terra, com a referência escrita de ser uma "via romana". Não se identificam restos de calçada, nem outros vestígios do período romano. Alguns dos troços encontraram-se refeitos com auxílio de pedras com pequenas e médias dimensões. Este caminho continua a ser usado nos trabalhos agrícolas e está associado a vários cruzeiros.

Coordenadas GPS: 41°32'41.24"N 6°21'14.76"W

 

Cruzes e Cruzeiros

Localizados nas entradas principais da aldeia, os cruzeiros e as cruzes são testemunhos da vivência religiosa exterior que conferem uma dimensão sagrada aos caminhos e estradas onde foram colocados.
Foram criados com o objetivo de: livrar a povoação do espírito do mal, rezar pelas almas (lembrar ao caminhante que pelo caminho também se reza) e bênção dos campos.

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Cruzeiro da Veiga

La cruç de la Beiga

Classificado como medieval, época a que deverá respeitar, é difícil uma maior precisão cronológica, dada a ausência das peças de escultura que, pela sua tipologia e iconografia, forneceriam dados mais seguros, sobretudo no que respeitaria à figura de Cristo" (ROSAS, 2000). A estrutura do cruzeiro é muito simples, limitando-se praticamente ao essencial. A base é troncocónica, de ligeira moldura inferior saliente, decorada numa das faces por pequena cruz inscrita, de terminações patadas e com quatro minúsculas circunferências de esgrafitos a ladeá-la. Nas faces laterais existem duas figuras, de difícil interpretação, mas que, de acordo com Ernesto Jana, uma delas parece representar um touro (DGEMN, on-line), o que abre novas perspetivas a respeito da possível representação dos Evangelistas, presumivelmente nunca concluída, ou continuada nas partes superiores, entretanto perdidas.  O cruzeiro propriamente dito compõe-se de duas partes: um relativo curto fuste, delimitado superiormente por uma imposta em forma de capitel e antecedida por uma irregular inscrição com a data de 1850 (com certeza aqui inscrita numa época muito posterior à feitura do monumento) e a cruz. Esta é facetada e possui braços e cabeceira do mesmo tamanho, o que aponta para uma forma em cruz grega. Não sabemos se esta zona do cruzeiro era decorada nas duas faces, mas uma delas apresenta "quatro encavos que correspondem ao lugar de peças de escultura desaparecidas" (ROSAS, 2000). Neste sentido, é de admitir que, para além do crucifixo, tenham existido outras figurações, facto natural em obras deste tipo e que corresponde a uma complexificação do discurso narrativo que, em muitos casos, pretendeu retratar as duas Paixões, a de Cristo e a de sua mãe, Maria. Situado no centro nevrálgico da povoação de Malhadas, onde passava um importante caminho medieval, que ligava Bragança e o ocidente transmontano a Miranda do Douro e o planalto leonês, o cruzeiro é uma das poucas obras do género na província de Trás-os-Montes que foram alvo de classificação como património nacional, facto que, a confirmar-se, algum dia, a sua datação em plena Baixa Idade Média, mais reforçará a sua relevância histórico-cultural.​

Bibliografia: ROSAS, Lúcia Maria Cardoso, "Cruzeiro de Malhadas", Do Douro Internacional ao Côa. As raízes de uma fronteira, CD-ROM. Porto, 2000. ALVES, Francisco Manuel, Memórias arqueológicas do distrito de Bragança: repositório amplo de notícias corográficas, hidro-orográficas, geológicas, mineralógicas, hidrológicas, biobibliográficas, heráldicas (...). Bragança, 2000, 2ª edição. 

​Coordenadas GPS: 41°32'29.24"N 6°19'27.92"W

 
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Alminha

Las Almicas

Nicho de vão rectangular assente em estrutura de alvenaria ligada por argamassa. Sobre o nicho pedestal de planta rectangular com chanfro nas arestas superiores suportando cruz latina de secção rectangular e aspecto robusto. No braço vertical superior lê-se "N20". Outra inscrição ocupa os braços horizontais em duas linhas a todo o comprimento: "ESMOLA PARA / AS ALMAS". No interior do nicho, painel em madeira pintado figurando o arcanjo Miguel segurando a balança na mão direita, a seus pés, as "almas" entre chamas. Em baixo, inscrição pintada: "Ó MEU JESUS PERDOAINOS, LIVRAI-NOS / DAS PENAS DO INFERNO E ALIVIAI AS ALMAS / DO PURGATÓRIO, ESPECIALMENTE AS MAIS / ABANDONADAS. / AS ESMOLAS AQUI [...]". Na pedra de base, ao centro, entalhe e rebaixo para a caixa de esmolas. Na face frontal, sob o nicho a data: "1765". Alminhas de planta rectangular fechada com painel de madeira figurando São Miguel com a balança e, aos seus pés, as almas no Purgatório; encima-as cruz de secção rectangular

Coordenadas GPS: 41°32'22.70"N 6°19'28.71"W

 
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Cruzeiro da Alminha

La cruç de las Almas

 Coordenada GPS: 41°32'22.93"N 6°19'28.62"W

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Cruzeiro do Vale da Parada

La cruç de Balhe de la Parada (Balhaparada)  

41°32'44.18"N 6°19'40.38"W

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Cruzeiro da Sardinhosa

La cruç de la Sardinosa 

Ano: 1764

41°33'18.45"N 6°19'22.75"W

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Cruzeiro da Igreja

La cruç de l’eigreija 

41°32'35.18"N 6°19'34.77"W

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Cruzeiro do Vale da Fonte

La cruç de l Balhe de la Fuonte (Balhafuonte) 

Ano: 1732

41°32'21.83"N 6°19'53.03"W

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Cruz do Campo Azedo

La cruç de Campazedo / La cruç de tiu Manel Zé

Ano: 1961
41°32'29.8"N 6°20'08.8"W

Cruzeiro das Lombardas.jpg

Cruzeiro das Lombardas

La cruç de las Lhombardas

Ano: 1853

41°32'40.39"N 6°21'14.56"W

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Cruzeiro do Caminho de Miranda

La cruç de l Camino de Miranda

41°32'3.78"N 6°19'16.92"W

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Cruzeiro de Miguel Raposo

La cruç de Miguel Raposo

41°31'54.02"N 6°19'39.00"W

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Cruzeiro de Verónica

La cruç de la Barónica 

41°32'39.66"N 6°19'37.69"W

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Cruz das Bercegueiras

La cruç de las Barcegueiras

41°31'26.4"N 6°20'47.1"W

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Cruz Poço Pinhal

La cruç de Poço Pinhal

41°32'35.9"N 6°18'53.3"W

Cruzeiro das Quintanas.png

Cruzeiro das Quintanas

La cruç de las Quintanas

41°32'22.99"N 6°18'50.62"W

Cruz da Macieira.jpg

Cruz da Macieira 

41°33'14.6"N 6°20'13.1"W

 

Lagoas

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Lagoa Grande

La lhagona Grande

Coordenadas GPS: 41°32'0.49"N   6°21'32.48"W

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Lagoa Pequena

La lhagona Pequeinha

 41°31'42.36"N 6°21'49.35"W

Lagoa

Lagoa de Fonte Agostinho

La lhagona de Fuonte Agostinho

41°32'57.80"N   6°19'53.58"W

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Lagoa das Olgas

La lhagona de las Uolgas

41°32'7.28"N 6°18'24.46"W

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Lagoa Trás da Vila

La lhagona de Atrás de la Bilha (Tralhabilha)

41°32'41.32"N 6°19'22.65"W

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Lagoa do Vale das Lameiras de Miguel Raposo

La lhagona de l Balhe de las lhameiras de Miguel Raposo

 41°31'48.58"N 6°19'40.46"W

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Lagoa do Vale da Fonte

La lhagona de l Balhe de la Fuonte  (Balhafuonte)

41°32'25.70"N 6°19'46.31"W

Lagoa do Vale da Sardinhaa.png

Lagoa do Vale da Sardinha

41°31'15.9"N 6°19'35.9"W

Lagoa dos Barreiros

Lagoa dos Barreiros

41°33'05.0"N 6°19'44.4"W

 

Vales

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Vale da Fonte

L Balhe de la Fuonte (Balhafuonte)

 Coordenada GPS: 41°32'26.86"N 6°19'42.60"W

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Vale da Parada

L Balhe de la Parada (Balhaparada)

41°32'54.61"N 6°19'38.26"W

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Vale d' Angueira

L Bal de Angueira

41°32'41.09"N 6°19'49.45"W

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Vale do Palombar

L Balhe de l Palombar

41°32'15.99"N 6°19'29.99"W

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Vale de Trás da Vila

L Balhe de Atrás de la Bilha (Tralhabilha)

41°32'41.82"N 6°19'24.47"W

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Vale de Trás da Torre

L Balhe de Atrás de la Torre (Tralhatorre)

41°32'24.17"N 6°19'15.97"W

Lagoa do Vale da Sardinha.png

Vale da Sardinha

41°31'15.9"N 6°19'35.9"W

Vale de Miguel Raposo.jpg

Vale de Miguel Raposo

41°31'54.02"N 6°19'39.00"W

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Vale do Carriço

41°31'57.43"N 6°18'8.02"W

 

Fontes e Chafarizes

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Fonte de Miguel Raposo

 41°31'48.58"N 6°19'40.46"W

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Fonte do Vale de Carriço

41°31'57.43"N 6°18'8.02"W

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Fonte Insossa
Fuonte Ansossa

41°31'46.1"N 6°18'54.4"W

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Fontanário da Veiga


41°32'28.1"N 6°19'27.5"W

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Fonte Nova


41°32'29.6"N 6°19'35.0"W

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Tanque do Vale da Fonte

L Balhe de la Fuonte (Balhafuonte)

 Coordenada GPS: 41°32'26.86"N 6°19'42.60"W

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Chafariz do Vale da Fonte


41°32'26.86"N 6°19'42.60"W

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Chafariz do Vale da Parada

(Balhaparada)

41°32'54.61"N 6°19'38.26"W

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Chafariz das Alminhas

41°32'24.1"N 6°19'27.6"W

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Chafariz de Malvaz

41°32'37.3"N 6°19'12.3"W

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Chafariz do Vale da Sardinha

41°31'17.4"N 6°19'45.6"W

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Chafariz de Poço Pinhal

41°32'39.8"N 6°18'33.5"W